Uma das paradas mais interessantes foi no Jardim Botânico. Ele me lembrou o Orquidário de Santos, mas é um pouco menor. A entrada é de graça e todas as plantas têm placas identicando a espécie. Pausa para uma reflexão: vendo tantas espécies e as explicações sobre as plantas, comentei que não tem nada mais completo em relação a aprender coisas do que viajar. Ontem, estivemos na exposição dos corpos e vimos e revimos um monte de conhecimentos da época do colégio. Hoje, vemos a parte de botânica. Incluímos história quando passamos por uma cidade que é de 305 d.C!! e ficamos sabendo que o povo croata já existe há muito tempo e fazia parte da Iugoslávia junto com outros povos, como os eslovenos, sérvios e macedônios e, com o fim da União Soviética, os povos quiseram sua independência. Por isso, os lugares têm muita história, mas o país Croácia tem só 20 anos de existência. E temos que nos virar em diversos idiomas: inglês, aprendemos croata (hvala, doberdan, pekarna), italiano - por causa do mapa - e a Michele treina alemão (porque eu não saí do "hautbahnhof"). Ah, ainda temos a parte da física, quando descobrimos de fato que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço e, portanto, não adianta socar tudo na mala porque não vai caber de jeito nenhum, e química, quando tomamos uns vinhos e vemos as reações no organismo. Demais, né?
As flores do jardim botânico são lindas. Dá vontade de levar tudo para a casa, mas preferi só tirar foto. O passeio continuou pelos pontos turísticos durou um pouco mais de uma hora. Como duas pessoas saudáveis, fomos almoçar no vegetariano de novo. Que maravilha! Pena que amanhã não vai ser possível. É feriado na sexta na Croácia de novo e muitas coisas não abrem, inclusive o restaurante. Depois no Brasil é que é várzea com feriado, né?
Encerramos o dia nos despedindo do inhoque com espinafre e molho de trufa e muito vinho.
Sexta é dia de partir para a Alemanha de novo. Desta vez, Leipzig.

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