22.06.10 - Zadar e Zagreb - Definitivamente, Zadar não chegou aos pés do que prometia. Antes tivesse ficado mais uma noite em Split, uma em Sibenik e uma breve passadinha em Zadar. O hostel não ajudou, é verdade. A sensação de ser um pulgueiro era terrível. O que nos deixou bem bravas foi o fato de o japa da recepção pedir os passaportes e ficar embaçando para devolvê-los. Fomos duas vezes tentar pegar de volta e ele não tinha feito o check-in. Depois de quase uma hora, voltamos lá e nada. Ficamos de plantão até o outro carinha mais perdido que cachorro em dia de mudança conseguir fazer os registro e devolver os passaportes. Tudo isso contou muitos pontos negativos para o hostel.
Passeamos na parte antiga da cidade, o que salvou um pouco. A cidade também tem muitos barcos e velas e um porto. Nada semelhante ao de Santos. Não existe restrição de acesso, então dá para andar na avenida e, ao lado, está o navio atracado. Uns parques e ruinas romanas também eram bem interessantes, mas, sinceramente, não queríamos mais ficar em Zadar. Até Zagreb eram mais de 300km dirigindo, não queria demorar muito.
Pegamos a estrada, desta vez pela autoban, mas não a 130km/h. As estradas ficam muito acima da planície e ventava demais. Pela rodovia, tem umas birutas e uns sinais de atenção, pedindo para reduzir a velocidade para 8okm/h por causa do vento forte. Agradeci nossas malas estarem pesadas, hehe.
Chegar a Zagreb não foi difícil. O problema era arranjar um mapa da cidade. A princípio, fomos seguindo as placas de "Centar" e beleza. Mas, ao chegar na estação central de trem - lugar em que se imagina ter um centro de informações turísticas ou um mapa ou alguém que saiba nos dar informações - vimos que não tinha nada disso. Parei o carro e vi que tinha umas placas sugerindo zona azul. Como era "rapidinho" e o carro de trás - uma mercedes - não tinha o ticket, deixei queito. A estação não tinha informações, mas o hotel devia ter. Enquanto a Michele foi lá ver tinha alguma mapa, eu voltei para o carro, preocupada com a possibilidade de dar qualquer problema com o estacionamento regulamentado.
Eis que chego perto do carro e vejo dois policiais. Pensei "tô ferrada, vou pagar multa croata!". Cheguei de mansinho, sorridente, "hello", blá, blá, blá... Perguntei pelas informações, mapas e tal e depois perguntei se tinha problema estacionar ali e tal. "Não, hoje é de graça, é feriado!". Iuhuuuu! Sabia que um derriere do tamanho do meu não era por acaso!!! Hahaha!
Bom, com as poucas informações que tínhamos, procuramos o hostel mais próximo da estação de trem, porque a mordomia do carro vai acabar no dia seguinte. Nos instalamos no hostel que é beeeem melhor que o de Zadar, com banheiro dentro do quarto e elevador, e saímos a pé para irmos atrás de mais mapas e de um jantar também.
Ah! o jantar! Fomos a um restaurante na rua que parecia ter mais barzinhos e mais agito. Que comida boa! A Michele comeu um inhoque com espinafre e trufas de babar. Quero voltar para comer este prato. O meu estava bom, mas o dela, ai ai ai.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
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