O dia começou meio preguiçoso. É domingo. Toda a agitação dos outros dias deu lugar a ruas quase desertas, poquíssimos estabelecimentos comerciais abertos: só bares, sorveterias - que estão lucrando horrores pela quantidade de gente tomando sorverte - e restaurantes. Outros comércios ficaram fechados. Parecia daqueles domingos de antigamente, muito antigamente, que não se tinha nada para fazer porque as lojas estavam todas fechadas. A vantagem de ser turista é esta: eu fui ao museu da história alemã, uma coisa assim. A Michele me falou que este é o estado - Bavária - mais católico que tem na Alemanha. Tá explicado o motivo de ter tanta igreja aqui em Nurembergue. E agora eu entendi de onde vem o Bayer de Munique. O museu também tinha muita coisa religiosa. Vários quadros com figuras do Nascimento e da Crucificação de Cristo, do Calvário, mas também tinha muitas peças do dia a dia das pessoas há uns 500 anos, facilmente. Gostei de uma parte que reuniu os diversos tipos de berços e das roupas, embora fosse bem fraca esta parte. Tinha arte barroca, instrumentos de farmácia, de fazer moeda, de astrologia. Muito legal. Pena que não pude tirar foto de anda. O lugar do museu foi um monastério e tome paredes com a grossura de um metro. Andei por duas horas e meia dentro do museu. Saí cansada.
Falar nisso, hoje um senhor veio falar comigo também enquanto eu andava de volta para o hostel. Começou a falar em alemão e eu falei que não entendia e aí ele perguntou de onde eu era: falei que era brasileira e ele começou a falar um monte de cidades de Santa Catarina: Friburgo, Blumenau, blá blá blá. Conhecia bem. Aí me chamou para tomar um café. Dispensei. Muito amigão pro meu gosto. E tudo bem.
Como passei muitas horas sem comer e poucos lugares estavam abertos, recorri ao McDonald´s para almoçar. Acho que não fiz uma boa escolha. Depois fiquei com uma espécie de cólica. Dei um tempo no hostel- até cochilei - e depois fui ver a tal festa aqui do lado, que já tem três dias que rola e eu não ainda não tinha descoberto como chegava lá. Parecia ser muito legal. Mas, para ser mais legal, tinha que comer, porque tinha várias barraquinhas (parecia ao como a Cidade Junina, mas sem as bandeiras e sem a música junina). Como comer estava fora de cogitação, só dei um rolêzinho para ver o tamanho da festa e encerrei as atividades.
Ah! Esqueci de comentar que na praça em frente a Lorenzkirche teve uma manifestação de muçulmanos que eu não consegui reconhecer pela bandeira de país era. Só tirei uma foto rapidinho e vazei.

olá Tali!
ResponderExcluirvejo que vc está aproveitando ao máximo !!!
na manifestação da praça, a bandeira dá a impressão ser da Turquia..
Curta o máximo, que o tempo voa..
Qto ao assunto da Italia, conversaremos qdo vc estiver on line.
bjs
Papy